16 de abril de 2014

A escolha do tapete

_MG_7501Quando o assunto é nova decoração, as atenções se voltam, em geral, ao mobiliário e aos objetos que farão parte dos ambientes. Entretanto, um item merece um olhar especial: o tapete. Com a função de vestir a casa, eles são capazes de mudar completamente um ambiente.

O item precisa ser escolhido com cautela e é preciso levar em consideração se há crianças, idosos ou animais de estimação na casa, além, é claro, de seguir o estilo do morador.

Os tapetes volumosos e felpudos, por exemplo, não são indicados para os alérgicos e em caso de haver moradores mais descuidados, o antiderrapante é uma boa opção, pois como não alteram a configuração do ambiente, aliando segurança e beleza. A peça, porém, não costuma aparecer nas áreas molhadas, como a cozinha e a lavanderia.

Na sala de estar são muito bem-vindos, podendo até ganhar destaque. Em projetos contemporâneos, os modelos mais indicados são Hemp, Loribaft, Strype, Tibetano, Nepal, Laos e Allure, enquanto os mais modernos combinam com Kilim, Sahara e Shaggy. Para quem admira os clássicos, os modelos ideais são Aubusson, Ziegler, Tabriz e Caucasiano.

Os modelos de fibras naturais, como o de sisal, ficam bem em áreas externas, como varandas. Eles são simples, mas não deixam de lado a qualidade.

O tamanho também merece atenção. Se o uso for bem pensado, o tapete pode delimitar espaços, mesmo que não haja parede ou móveis, o que colabora com a organização visual do design de interior.

Já em relação à durabilidade, é importante destacar que depende do cuidado destinado ao item: se é lavado adequadamente, por exemplo. Há modelos disponíveis no mercado que podem durar décadas. Na verdade, depende mais do dono do que do tapete propriamente dito.


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